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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Posted by freevale.com.br On 12:13 0 comentários

The Legend of Zelda: Skyward Sword

Ah, Zelda. Fruto da imaginação do grande Miyamoto e franquia adorada por milhões ao redor do mundo. Já faz algum tempo que o último título da série saiu para o Wii, em 2006 (com Twilight Princess), e os fãs esperam ansiosamente desde então por mais uma aventura de Link e companhia. E o nome dela é Skyward Sword. 


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Agora com Motion Plus! 

Os games da franquia sempre foram marcados pelos combates envolventes e pelo estilo aventura bastante ressaltado. Assim, era um pouco decepcionante ter os movimentos de Link restritos pelas limitações do Remote. Afinal de contas, o controle não reconhece uma boa variedade de ações — e o protagonista sempre foi bastante acrobático. 

Assim, é com grande satisfação que todos ouvimos a novidade de que Skyward Sword utilizará o Motion Plus. Com movimentos mais precisos, existe maior liberdade de criação para Miyamoto e seu time, de forma a criar uma experiência de jogo muito mais imersiva do que a vista em Twilight Princess. 

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Durante a Eurogamer Expo, uma feira de games que acontece no Reino Unido, a Nintendo demonstrou um pouco do potencial do título — e o público correspondeu, lotando o estande da empresa para ter a chance de colocar as mãos em uma versão demonstrativa do game, mesmo que por alguns meros minutos. 

Segundo alguns dos que puderam presenciar a exposição, o combate em si lembra um pouco o estilo de Motion Sports, do PlayStation Move — a parte dos gladiadores, obviamente. O que não é ruim, considerando as boas capacidades de captação de movimento do acessório da Sony. Em Skyward Sword é possível, por exemplo, atacar na direção da boca de um inimigo caso esse seja seu ponto fraco. 

O Nunchuk, claro, é o responsável pelo escudo, e mexê-lo no momento certo pode fazer com que projéteis a caminho de Link sejam lançados de volta ao inimigo, como de costume. Segurar o Remote acima da cabeça ainda permite o carregamento da barra de poder, para utilização de golpes especiais. 

Perfeitamente Zelda 

Os fãs não ficarão desapontados com a jogabilidade, porém — já que ainda se trata de um game típico da série. Cortar grama revela rúpias, explorar cuidadosamente as paredes revela Skulltulas... Tudo bem ao estilo Zelda. Até mesmo os chefes são característicos, com seus pontos fracos bem destacados e suas formas de ataque perceptíveis. 

O grande desafio será, portanto, oferecer coisas novas — já que sabemos que a Nintendo tem o dom de manter suas sequências fiéis à fórmula à qual todos estamos acostumados. 

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Claro que o estilo de arte inovador, com visuais que lembram aquarela, é uma novidade quando não está acoplado a um sistema de cel shading. E embora tanto os controles quanto os gráficos ainda estejam um pouco confusos para os desavisados, é bem provável que a Nintendo acerte as pontas até o lançamento — especialmente considerando que Miyamoto é o responsável e todos conhecemos seu padrão de qualidade

O título tem lançamento previsto para o ano que vem, sem data mais específica por enquanto. 

Posted by freevale.com.br On 12:12 0 comentários

EA Sports MMA' consegue reproduzir os detalhes do 'vale-tudo'

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As lutas de Mixed Martial Arts (MMA), ou artes marciais variadas em português, conquistaram o público de todo o planeta, principalmente o brasileiro ao longo da última década. Logo, produtoras como a THQ, dona da série “UFC Undisputed” conseguiram os direitos para criar games baseados no esporte. Demorou um pouco para que a Electronic Arts, que tem em seu currículo uma das melhores séries de esportes – “Fifa Soccer” (futebol), “NBA Live” (basquete), “Madden NFL” (futebol americano), “Fight Night” (boxe) – usar sua experiência nestas lutas. O resultado é “EA Sports MMA”. 

O foco do game é permitir que qualquer pessoa, do novato ao experiente, possa se divertir com o título e, por isso, os comandos são simples, inspirados no sistema de “Fight Night”. Assim, para dar socos, o jogador precisa mover a alavanca analógica da direita e golpes como cruzados exigem realizar uma meia-lua na alavanca. Conforme o jogador se acostuma com os comandos, outros estilos de soco são desferidos contra o adversário. 


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Os chutes seguem o mesmo sistema, mas exigem que o jogador pressione o gatilho da esquerda no Xbox 360 ou o L2 no PS3. Leves toques na alavanca analógica permitem chutes nas pernas enquanto chutes fortes visando a cabeça do adversário. 

Uma das partes mais interessantes dos confrontos de MMA são as submissões. Em “EA Sports MMA” este quesito está mais simples, exigindo apenas pressionais os botões de ação nos momentos certos. Desse modo, é possível levar o adversário para o chão, tentar conseguir uma posição de vantagem sobre ele, desferir socos para deixá-lo atordoado e até tentar uma chave-de-braço, para forçar o adversário a se render. As diversas possibilidades de golpes permitem a criação de táticas de luta, garantindo que elas nunca sejam iguais. 

Além disso, ao iniciar uma batalha, o jogador pode escolher as regras das lutas como Strikeforce, Vale-Tudo, Unificado ou japonês. Além disso, é possível escolher o tipo de ringue e o local da luta – todos inspirados em cenários reais. 

O Brasil, que é muito forte na modalidade, está presente com força total no game. Lutadores como Fabricio Wedrum, Renato “Babalu” Sobral, Roger Gracie, Ronaldo “Jacaré” Souza e Vitor “Shaolin” Robeiro estão com suas representações virtuais no jogo, além de arenas localizadas no país como o Ginásio da Comunidade, com uma grande bandeira do Brasil estampada. 

Entre os modos de jogo, é possível realizar competições utilizando os lutadores consagrados de todos os lugares do mundo e jogar on-line. Mas o mais interessante é poder acompanhar todo o desenvolvimento de um lutador no “modo história”. O jogador pode criar um atleta e selecionar uma gama enorme de atributos que permitem criar um lutador com aparência única. Em seguida, ele pode utilizar uma pontuação para escolher quais serão as habilidades da criação – melhor em socos ou em luta no chão, por exemplo. 

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Logo após marcar uma luta, é necessário realizar treinos para aprimorar o atleta antes do confronto. É o jogador quem seleciona o que deve ser trabalhado, quantas vezes e por quanto tempo, determinando a evolução do atleta virtual. Nesse modo, também, o lutador aprende novos golpes e novos meios de se defender. Ao chegar na luta, é importante que o personagem esteja preparado para enfrentar o adversário, principalmente para usar suas fraquezas ao seu favor. Por isso, uma dica é analisar as características do lutador antes do confronto. Obviamente, o seu técnico dá dicas do que é melhor fazer durante esta etapa e, quem preferir, pode pular este período (que pode ser um pouco chato) selecionando o treino automático.

É durante as lutas que é possível ver o belo trabalho dos produtores com o visual de “EA Sports MMA”. Além de os lutadores serem réplicas semelhantes aos mesmos na vida real, eles se “comportam” como seres humanos. Conforme a batalha se desenrola eles suam aos montes, sua aparência muda quando ficam cansados, seus músculos se contraem e, obviamente, se machucam ao levar socos e pontapés. 

O game tenta apresentar todos os estilos de artes marciais dos atletas, os ringues, e os locais de treino justamente para agradar aos fãs do esporte. O belo trabalho visual, os comandos simples e a longevidade do game certamente agradarão. Entretanto, dificilmente alguém que não gosta da violência das lutas de vale-tudo vai querer experimentar o título. 

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

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Fallout: New Vegas

Em 2008, a Bethesda Softworks nos fez o favor de reviver a série “Fallout”, que trazia elementos pós-apocalípticos nos games com enredos sempre ricos e divertidos de se aproveitar. O game teve um sucesso considerável, tanto na imprensa quanto com o público, por revitalizar a série e trazer uma jogabilidade semelhante a outro grande jogo: “Elder Scrolls IV: Oblivion”. 

O terceiro capítulo da série se passou no ano de 2277, com ambientação nos Estados Unidos, em torno de Washington, DC, Maryland e Virginia. A diferença principal dos outros games da série é o fato de trazer combates em tempo real, já que Fallout era bem conhecido por contar com uma jogabilidade em turnos. Além disso, os elementos de RPG foram aprimorados para o game, trazendo uma vasta seleção de habilidades que definem o protagonista.
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Isso tudo fez com que “Fallout 3” fosse um estouro em vendas em seu lançamento, ultrapassando qualquer outro game da franquia. Com o sucesso, mais ideias surgiram, e a Bethesda finalmente anunciou “Fallout: New Vegas”. Um título que surge na mesma onda de spin-offs de outros títulos recentes, como “Assassin's Creed: Brotherhood”. 

A história de “New Vegas” será rodada no espaço no ano de 2280, sucedendo algumas partes da narrativa de “Fallout” e “Fallout 2”, mas não terá nenhuma ligaçãocom o que aconteceu em “Fallout 3”. 

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Você estará na pele de um mensageiro que foi deixado para morrer em um cemitério, depois de ter levado um tiro. Para sua sorte, um robô chamado Victor o salvou. A partir daí inicia todo o enredo que se passa na antiga Las Vegas, que depois da guerra nuclear entre EUA e China em 2977, passou a se chamar New Vegas.

O game funciona com o mesmo motor gráfico de “Fallout 3”, porém, vem com uma história completamente nova e novas funções para realizar dentro do game. Um exemplo é a modificação de armas. Agora, quase qualquer equipamento poderá ser aprimorado.

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Coisas como usar a adição de lentes de alto alcance ou aumentar suas munições. Até o sistema de Karma evoluiu nesta nova versão. “New Vegas” também trará reputação. Isso define se você é bem visto em determinadas cidades e com quais pessoas, unindo-se com o seu Karma durante o jogo. Ou seja, faça coisas ruins e seja pago com coisas ruins.

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Seguindo o mesmo esquema que jogos como “Mass Effect”, o game também permitirá que você mande seus companheiros atacar ou defender, por exemplo. Além disso, cada um deles terá preferências por armas e modelos específicos. NPC's exigentes, como você.

Caso não goste muito do nível comum do game, experimente o novo modo Hardcore. Nesse modo, o protagonista poderá sofrer desidratação ou morrer de sede se não tomar água de vez em quando. E a cura por Stimpacks e comida será feita ao longo do tempo, ao invés de instantaneamente.

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De resto, tudo funciona aos mesmos e bons moldes do que o game anterior. A jogabilidade em primeira ou terceira pessoa, a vasta lista de personalidades presentes no game, além do desenvolvimento de níveis do jogador. Fato, será preciso de muitas armas e habilidades especiais para enfrentar as bizarrices presentes no mundo de “Fallout”.

Desde mutantes até humanos hiper-desenvolvidos estarão a sua espera. Mas isso tudo não importa. Já que estaremos em Las Vegas, e muito bem armados.

Fallout: New Vegas chegará no próximo dia 19, para PC, PlayStation 3 e Xbox 360. 
 

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Pro Evolution Soccer 2011' chega ao Brasil em português a partir de R$ 50

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Quando se fala de games de futebol, o Brasil é o principal mercado a ser explorado pela produtora japonesa Konami. A dona da franquia “Pro Evolution Soccer”, conhecida há alguns anos por “Winning Eleven” (nome que se mantém apenas no Japão), afirma que o país é o maior mercado do jogo em toda a América, superando facilmente os Estados Unidos, um dos maiores consumidores de games do planeta. 

Procurando manter a hegemonia das vendas do game que, de acordo com o diretor de marketing para a América Latina da Konami, Erik Bladinieres, domina 95% do mercado nacional, a empresa realizou na noite de quarta-feira (6) o evento Konami Gamers Night. O grande destaque da noite, obviamente, foi “Pro Evolution Soccer 2011” que, para tentar vencer o concorrente “Fifa 11”, traz narração em português, menus traduzidos e o preço de R$ 200 para PlayStation 3 e Xbox 360, R$ 60 para o PlayStation 2 e R$ 50 para o PC. O jogo chega no país no dia 24 de outubro. 

“Nossa concorrência trouxe [“Fifa 11”] por R$ 240 e estamos chegando com o melhor jogo e o melhor preço”, disse Bladinieres. “Nossa expectativa é vender mais de 400 mil cópias do game apenas no Brasil. Com isso [os preços] estamos atacando diretamente a pirataria e o mercado informal, apoiando as lojas legalizadas e o mercado formal brasileiro”. 

Pro Evolution 2011” será lançado na América Latina no dia 19 de outubro. O Brasil receberá o game em torno de 5 dias depois, no dia 24, “por conta das dificuldades da Aduana brasileira”, disse Bladinieres. Primeiro chegam as versões de PS3, X360 e PC. No dia 2 de novembro, chegam as versões de PS2 e de PSP e, no dia 30 de novembro, é a vez do Wii. As versões do videogame da Nintendo e do portátil da Sony não tiveram preço divulgado. Foi confirmado, também, que todas as versões serão traduzidas para o português, com narração de Silvio Luiz e comentários de Mauro Beting. 

Como destaque, a versão 2011 de “Pro Evolution Soccer” traz a licença oficial da Copa Libertadores, trazendo os cinco times brasileiros que disputaram a competição este ano. Corinthians, São Paulo, Cruzeiro, Internacional e Flamengo fazem parte do modo de jogo até então inédito nos videogames. Times brasileiros campeões da Libertadores no passado como Grêmio, Palmeiras, Santos e Vasco ficaram de fora. O motivo é que o game irá retratar a edição 2010 da competição, que teve a participação das cinco equipes divulgadas. 

Novidades 
Cartão especial permitirá acessar conteúdo extra do game. 

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A Konami lançou também um cartão para estimular a compra de jogos originais. Chamado de Konami Gamers Club, ele permitirá que os jogadores possam acessar uma série de extras como vídeos, papéis de parede, games de forma exclusiva. Todos os jogadores que comprarem “Pro Evolution Soccer 2011” receberão o cartão Platinum. Aqueles que comprarem o jogo por meio do sistema de pré-venda, receberão o cartão Black, limitado, que permite acessar ainda mais conteúdo exclusivo, de acordo com Bladinieres. 

sábado, 16 de outubro de 2010

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Vendas do Xbox 360 sobem nos E.U.A pelo quarto mês consecutivo

Uma vez que o NPD já não publica os números relativos à venda de consoles para o público, cabe ás donas dos consoles divulgar essas informações e a Microsoft foi a primeira. 
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Segundo a Microsoft, o Xbox 360 lidera a tabela dos consoles mais vendidos durante o mês de Setembro na América do Norte, tendo vendido 483,989 unidades, um aumento de 37% sobre o mesmo mês no ano passado.

Halo: Reach vendeu 3.3 milhões de unidades desde o seu lançamento  a 14 de Setembro, sendo apenas o terceiro jogo desta geração a vender mais de 3 milhões de unidades no primeiro mês, o primeiro foi Halo 3. 
Segundo divulgado, as pré-compras do Kinect estão a esgotar nas lojas por todo o país, estando previsto chegar a 4 de Novembro. 

Agora são esperados os dados do NPD para as vendas de jogos e ainda os dados publicados pela Sony e Nintendo quanto às vendas dos seus consoles..


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Vanquish para X-Box 360

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A Platinum Games apresentou novo trailer de Vanquish que e um jogo de tiro em terceira pessoa, produzido por Shinji Mikami, criador da série Resident Evil. 

No game o jogador encarna um super-soldado munido de um exoesqueletotecnológico e um arsenal vasto para evitar que os “russos do espaço” destruam a América do Norte. Em um enredo que mistura ambientes reais com elementos de ficção, sua missão terá que ser cumprida a qualquer custo, antes que todo planeta seja destruído. 

O jogo não terá modo multiplayer e o foco estará todo na opção “single player” e na ação rápida e vertiginosa. 

Vanquish promete mexer muito com a ficção e deve contar com uma trama bem elaborada e gráficos detalhados para nos colocar em ambientes extremamente hostis e “recheados” de ação. 

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Halo: Reach para X360

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Depois de pouco mais de um ano desde o anúncio oficial, o novo Halo chega com a responsabilidade de ser no mínimo excelente, afinal, ele marca a despedida do estúdio Bungie da série. Felizmente, acabou dando tudo certo. 

Halo: Reach se passa em 2552, antes de Halo: Combat Evolved (de 2001). O planeta Reach é o último refúgio da humanidade - todas as outras colônias já foram dizimadas pelos Covenant. Para proteger as últimas bases militares dos humanos, a unidade de operações especiais Noble Team é convocada. 

E o game começa assim, com o jogador no comando do soldado sem nome "Noble Six", recém escalado para o grupo, com os outros Noble o acompanhando . O jogo começa e flui como os outros títulos da série, naquele estilo de andar, ir detonando vários tipos de alienígenas, proteger bases e avançar até o local "x" ou "y", além de pilotar os veículos. 

A novidade mesmo fica por conta das armaduras que dão poderes especiais a Noble Six. A lista desses power-ups, ativados com o botão RB, inclui corrida mais rápida, escudo, invisibilidade, "clone" com a finalidade de enganar os inimigos e até um jet-pack para alcançar lugares mais altos. A possibilidade de trocar entre duas ou três opções de armadura (a cada vez que um ponto de troca aparece no cenário) é muito bem vinda. 

Mas a verdadeira magia de Reach está no fato do planeta não ter aparecido em nenhum outro jogo da série, e a destruição dele estar completamente ligada ao início do primeiro Halo - Master Chief sobreviveu à destruição de Reach junto com a nave Pillars of Autumn, que acabou encontrando o halo onde se passa o primeiro game. Toda essa ficção ajuda a criar uma ambientação muito mais interessante aos que já curtiram os games anteriores. 

Uma vez no local de combate, logo de cara dá para perceber que o nível de detalhamento do planeta Reach é incrível. Você vê naves no horizonte a dezenas de quilômetros de distância, e cenários variados que vão desde desertos com construções militares e bunkers, até a cidade de Nova Alexandria, com arranha-céus típicos de uma megalópole. 
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E tudo conspira para o jogo ser agradável ao olhar. A sexta missão, que se passa no espaço, tem um visual espetacular. Nesta fase, um dos objetivos é detonar quatro partes de uma nave Covenant, com outra navinhas inimigas vindo aos montes e de todos os lados para tentar te impedir. Tudo rolando na órbita do planeta Reach e até com as galáxias mais distantes à vista. É realmente de encher os olhos, e o som abafado dos tiros e mísseis (tá, som não se propaga no espaço, mas game sem som não daria certo) ajuda a compor um clima ainda mais empolgante.

A missão à noite em Nova Alexandria, com quase metade da fase com ação com o helicóptero Falcon, também surpreende: parece que o lugar não tem fim, com prédios e mais prédios ao horizonte. A contagem de polígonos deve bater na casa dos milhões e nos faz pensar qual seria o limite de um hardware lançado já há cinco anos como o do Xbox 360. O preço é pago com a fluidez: em alguns (bem raros) momentos, parece que o game roda a uns 15 ou 20 quadros por segundo.

A campanha para um jogador (ou dois, em modo cooperativo) dura apenas seis ou sete horas, nas dificuldades Normal ou Heroica. No modo Legendário, o game se torna uma verdadeira batalha pela sobrevivência, a ponto do jogador realmente precisar acabar com os inimigos um por um e à distância, antes de sequer pensar em avançar.

Na versão nacional, todos os textos, menus e vozes estão em português. Por isso, acostume-se a ouvir termos pouco comuns como "pináculo" durante toda a aventura. Algumas expressões difíceis de aportuguesar, do tipo "vamos chutar alguns traseiros", também soam estranho. São desafios comuns em qualquer dublagem, seja de filme, seriado ou jogo e, no geral, o trabalho acaba ficando bem feito.

Longevidade garantida

A aventura é recompensadora, porque Halo: Reach dificilmente torna-se repetitivo: é aquele velho estilo Halo de ser, em que você para, acaba com os inimigos daquela parte da tela, puxa uma ou outra alavanca e avança, mas quando parece que as hordas de inimigos vão continuar cruzando seu caminho, a ação muda totalmente e te leva para o espaço ou para detonar alguns Banshees usando o helicóptero Falcon ou o tanque de guerra. Quem gostou dos games anteriores irá se sentir em casa. Quem não gosta de Halo não precisa nem chegar perto da campanha de Reach e pode (e deve) ir direto ao multiplayer.

A campanha para um ou dois jogadores é um pouco curta, mas a longevidade do game é garantida pelos modos online. O sistema de filtros trata de colocar o jogador contra adversário com nível próximo. Tem preferência por algum mapa ou modo de jogo? O game também ajuda a encontrar salas com aquela determinada arena ou modalidade. Dá até para escolher se você prefere jogar sozinho em deathmatches estilo "cada um por si" ou em equipes. São muitos menus e dá para se perder um pouco no começo, mas depois de tudo configurado, é só alegria. Cansou? É só mudar as preferências e abrir um novo mundo de possibilidades.

Ainda há opção de salvar replays das partidas e compartilhá-las com os amigos, saber em qual sala cada um está jogando, ter seu próprio "clã" formado para entrar sempre com a mesma formação em partidas em time, e tudo mais que um fã de tiro multiplayer poderia sonhar.

Aliás, milhares de jogadores ainda conectavam nos servidores de Halo 2 (que saiu no Xbox em 2004), e só pararam de jogar porque a Microsoft encerrou o suporte ao game. Em Halo: Reach, o número de jogadores ativos já bate na casa dos milhões. Não vão faltar adversários ou companheiros para qualquer mapa, a qualquer hora e qualquer modo de jogo. O uso de itens à venda (como capacetes e detalhes da armadura), o sistema de evolução por níveis e conquistas (in-game mesmo, sem relação com os "achievements) fazem do multiplayer de Reach uma experiência quase viciante.

Halo: Reach é totalmente obrigatório para quem gosta de um bom jogo de tiro ou tem o mínimo de apreço pela franquia. É tudo que os fãs da série esperavam e fecha com chave de ouro a participação da Bungie no desenvolvimento de games da série.

Posted by freevale.com.br On 16:27 0 comentários

Todos os Jutsus do jogo Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 2

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Posted by freevale.com.br On 12:19 0 comentários

Gran Turismo 5 terá carro mais rápido do mundo

O mago Adrian Newey assina o Red Bull X1 no game de PlayStation 3 

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Imagine que você é projetista de corrida e tem a oportunidade de criar um modelo sem nenhuma restrição de regulamento. O que faria? A Sony Computer Entertainment convocou a equipe Red Bull Racing de Fórmula 1 para projetar o Red Bull X1, carro mais veloz do mundo no game Gran Turismo 5, da plataforma PlayStation 3. 

O carro será assinado por Adrian Newey, e “pilotado” virtualmente por Sebastian Vettel, que deu uma força para a equipe da Polyphony – estúdio que criou o projetodo game – a determinar parâmetros e reações do veículo. 



O Red Bull X1 será o último carro do jogo, é a premiação máxima. Vettel guiou o X1 em Suzuka, como teste, reduzindo o tempo de volta de um F1 atual no circuito japonês em mais de 20 segundos.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Posted by freevale.com.br On 14:20 0 comentários

EA pode ter gasto 300 milhões em jogo exclusivo para PC. Mais do que o filme Avatar

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Um produtor anônimo, que se chama a si próprio "EA Louse", referiu no seublog que a EA gastou cerca de $300 milhões de dólares na produção de Star Wars: The Old Republic e que está a planejando fazer um ronda de lay-offs no próximo mês. 

"Descobri recentemente que vou ser demitido da Bioware Mythic durante a próxima ronda de lay-offs da EA em Novembro," 
está escrito no blog. 

"Estou farto de ver a EA a terceirizar a sua arte e encontrar desculpas para se livrar de nós e ainda assim não conseguir alcançar nada. O Mythic está a morrer e não fomos nós que o matamos, mas somos nós que levamos os danos." 
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Mais abaixo no seu blog é dito: "Eles gastaram mais dinheiro em Old Republic do que James Cameron gastou em Avatar. Não estou brincando. Mais de $300 milhões. Acreditam nisto?"

"E sabem do que estão orgulhosos? Eles estão orgulhosos do som. Estou a falar a sério, algo como 20Gb de instalação, e a maioria é trabalho de voz. O resto do jogo é uma piada. A EA sabe disso e também George Lucas, eles estão a entrar em pânico, e então a maior parte da Mythic foi canibalizada para trabalhar em Austin porque eles não podem continuar a adiar o lançamento."
Tudo o que foi dito pode ser verdade ou não. A "EA Louse" pode ser muito bem umtrabalhador que está sofrendo as consequências referidas e decidiu a expor a situação. Qual a sua opinião?