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Mostrando postagens com marcador Xbox 360. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Posted by freevale.com.br On 11:39 0 comentários

Test Drive Unlimited 2

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Quem anda, nos últimos anos, preocupado demais com novos games das séries Gran Turismo, Burnout, Need For Speed e outras séries de corrida  “da moda”, pode não conhecer Test Drive Unlimited, um game lançado no longínquo ano de 2006 e que recebeu críticas razoáveis na época. 

A nova versão, produzida pela Atari (sim, ela ainda existe) e desenvolvida pela Eden Game, chegou às lojas nesta terça-feira (8). O trailer de lançamento do jogo é bem bacana, apesar de todas aquelas cenas genéricas que aparecem nesse tipo de vídeo. 

Veja também uma galeria com fotos e julgue por si mesmo. Talvez você goste da câmera interna nos carros, que estão bastante detalhados, dos belos gráficos (que você vai dizer que não são melhores do que Gran Turismo 5 e mimimi), ou da possibilidade de vestir seu corredor como se ele fosse um cafetão de segunda. 

Um dos atrativos dessa versão é a possibilidade de formar clubes e “andar de carona” com amigos online, como se você realmente estivesse vivendo na ilha de Ibiza. 

Posted by freevale.com.br On 11:34 0 comentários

Guitar Hero-Warriors of Rock

Bom, como a franquia GUITAR HERO, esta chegando ao mercado o "Guitar Hero-Warriors of Rock", a activioson decidiu lança mais uma serie do jogo GUITAR HERO.
 confira mais sobre o jogo : 
Com a saída da Harmonix, a Neversoft assumiu o comando e logo produziu o terceiro GH. Foi o tempo necessário para a Harmonix criar e lançar sua concorrente. Foi como um tapa na cara, cujo efeito resultou no citado World Tour, que introduziu a banda à fórmula antes dominada por guitarras. É um bom game, mas que perdeu a guerra contra Rock Band com seu um ano de atraso. 

Apesar da comparação inevitável, Guitar Hero e Rock Band são dois games diferentes. Sabendo disso a Activision resolveu “voltar às origens”, mantendo a banda mas recriando a fórmula de sucesso do GH III como uma saída para as fracas vendas em 2009. Uma estratégia burra, de pura ganância da Activision, que resultou no desastroso Guitar Hero: Warriors of Rock. E antes mesmo do game sair, a dissolução e fechamento da Neversoft e RedOctane (distribuidora nos EUA) era certa. Agora, nas mãos da Vicarious Visions (que produziu os GH de Wii e DS), o destino da franquia permanece uma incógnita. 

GH:WoR é um game de apelo ao Rock n’ Roll. Os personagens estereótipos estão de volta (Axel Steel, Judy Nails, Jhonny Napalm, Casey Lynch…), 93 novas músicas compõem a lista, e há um novo modo chamado Quest. Trata-se de um modo de história narrado por Gene Simmons (aquele do Kiss, da língua grande). O modo apresenta um mapa com oito personagens, sendo que cada um representa um estilo e grupo de músicas. Completando certo “nível” de experiência de um determinado personagem, ele se transforma em um “Demigod” (um monstro bizarro) e assim abre outras músicas, personagens no mapa, e itens extras na loja. E é só isso; uma maquiagem para forçar o jogador a acompanhar a história para liberar todas as músicas e depois acessá-las no modo Quickplay – para jogar com banda, com quatro guitarras, do jeito que preferir. 

Curiosamente, o modo Quest teve participação dos músicos Geddy Lee e Alex Lifeson (Rush) e Dave Mustaine (Megadeth). Suas respectivas músicas foram inclusas no game, assim como algumas referências (como a história por trás do álbum “2112“, do Rush) e os desafios de Dave Mustaine, perfeitas para os jogadores experientes que adoram os desafios da dificuldade Expert. Ao menos isso deixará os fãs de Rush e Megadeth bem interessados. 

Exceto pelas músicas, não há motivo para querer jogar GH:WoR. Porém, não espere muita originalidade na seleção, pois várias das músicas pertencem à artistas que você já conferiu nos games anteriores. Exemplos: Alice Cooper, Megadeth, Slayer, AFI, ZZ Top, Steve Vai, Muse, Slipknot, entre outros. Tá certo que há preciosidades na lista como “Bohemian Rhapsody” do Queen, “Children of the Grave” do Black Sabbath e “Stray Cat Blues” do Rolling Stones… Mas, por mais eclético que você seja, nem todas as músicas irão te agradar. Pelo menos é possível importar as músicas dos games anteriores. 

Tecnicamente, GH:WoR evoluiu no visual. O jogo é o mais bonito de toda a franquia, apresenta palcos bem criativos, platéia com menos gêmeos, e uma excelente animação dos músicos tocando seus respectivos instrumentos ou cantando. Mas diante da chuva de notas coloridas caindo na tela, quem repara nestes detalhes? Fora isso, é tudo igual a GH 5: o modo quickplay, party play, os modos competitivos, as opções online, as seções de treino, a customização de personagem, e o inútil GHTunes (estúdio para criar músicas próprias). 

Posted by freevale.com.br On 11:20 0 comentários

Splinter Cell e Prince of Persia também para Xbox 360

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Duas coleções confirmadas para PlayStation 3 tabém serão lançadas para Xbox 360. 
As coleções lançadas serão as coleções do Splinter Cell e do Prince of Persia. 

A coleção do Prince of Persia contém: 

Prince of Persia: The Two Thrones HD, Prince of Persia: The Sands of Time HD e Prince of Persia: The Warrior Within. 

E a do Splinter Cell: 

Splinter Cell side, Tom Clancy’s Splinter Cell HD, Tom Clancy’s Splinter Cell: Chaos Theory HD e Tom Clancy’s Splinter Cell: Pandora Tomorrow HD. 

O PS3 tem recebido algumas reedições exclusivas de jogos em HD, como God of War Collection, The Sly Trilogy e Prince of Persia Trilogy. A Trilogia Splinter Cell e a Team Ico Collection também estão sendo produzidas para PS3. 

Para Xbox 360 alguns rumores estão surgindo para uma reedição em HD de Halo: Combat Evolved. 

Esperamos que outros grandes sucessos sejam reeditados e lançados agradando a todos os gamers 

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Posted by freevale.com.br On 12:08 0 comentários

A microsoft lança um novo console para x-box 360
que são os consoles especialmente para jogos que se usam muitos movimentos,
por exemplo jogos de lutas e faz com que a movimentação facilite e muito na vida
dos apreciadores de jogo de lutas na hora da "PORRADA"
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Posted by freevale.com.br On 11:57 0 comentários

Dead Space 2

com o lançamento do um,que alias foi um grande sucesso no mundo
esta chegando no mercado DEAD SPACE 2; com muito mais ação,
armas , e alias muito, mais monstros, onde você poderá matar a vontade.

mais o jogo em si requer de você  muita atenção pois em qualquer lugar
que esteja , irá aparece monstros. Pois isso DEAD SPACE 2 será uns dos melhores
jogos de continuações de todos os tempo.

não perca a estreia de DEAD SPACE aqui no GAME VALE!!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Posted by freevale.com.br On 14:28 0 comentários

Alan Wake 2 compatível com Kinect?

De acordo com o anúncio de oferta de emprego, o próximo projeto da Remedy, produtora de Alan Wake, poderá muito bem ser compatível com o Kinect.

No site da Remedy está escrito que, "Procuramos por um programador habilidoso com paixão pela programação de jogos para se juntar à nossa equipe. Irá trabalhar na próxima iteração do motor de jogo criado pela Remedy que foi anteriormente usado em Alan Wake."

Por entre as credenciais a produtora Finlandesa procura pessoal que tenha, "Experiência na tecnologia de controle por movimentos (ex. Kinect)."

Para já ainda não existe uma confirmação que esta oferta de emprego esteja ligada a Alan Wake 2, mas a Remedy certamente que está ansiosa por começar a desenvolver uma sequência.

Posted by freevale.com.br On 14:20 0 comentários

Marvel vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds anuncia Mulher-Hulk e Zero

O game sai no segundo trimestre de 2011 para Xbox 360 e PlayStation 3. A jogabilidade seguirá o tradicional 2-D em alta resolução, mas haverá alguns momentos inspirados no sistema 2.5-D de Street Fighter IV. O título trará muitos itens, personagens e   uniformes destraváveis.


EM BREVE!

Posted by freevale.com.br On 14:17 0 comentários

Gears of War no Kinect

De acordo com o IGN, a Microsoft irá mostrar algo sobre o Gears of War com o Kinect no próximo VGA(Video Game Awards).

Embora nada seja dito sobre que tipo de jogo ou conteúdo seja, Cliff Blezinski veio já a público informar que não será nada sobre Gears of War 3, conforme comentário no seu Twitter.

Fica no ar se será um jogo anterior, agora compatível com o Kinect, ou um totalmente novo.

No VGA, para além do Kinect para Gears of War, a Microsoft ainda irá revelar mais jogos a caminho do seu novo hardware.

Espera-se um VGA-2010 com muitas novidades.

Posted by freevale.com.br On 14:15 0 comentários

Dragon Ball: Raging Blast 2

Dragon Ball é e sempre será o meu anime favorito porque foi algo que marcou imensamente a minha infância. A cada novo episódio ficava maravilhado e surpreendido com aquelas lutas magníficas repletas de poderes extraórdinários. Ainda me lembro quando vi pela primeira vez o Son Goku a transformar-se em Super Guerreiro (Super Sayajin), o seu cabelo a ficar amarelo, o planeta de Namek a estremecer por completo, é sem dúvida uma das cenas mais marcantes do anime.

De certa forma, Dragon Ball: Raging Blast 2 deita fora essa nostálgia. Quando descobri que não iria haver um modo história pensei que isso seria um ponto negativo para o jogo, mas afinal estava enganado. O modo Galaxy surpreendeu-me pela positiva, consigo traz novos ares à série que tornam esta sequela num jogo diferente em relação ao do ano passado.

A dimensão do Galaxy é enorme, para começar podemos usar qualquer personagem do jogo. Cada personagem possui uma árvore de combates para fazer e à medida que vamos completando-os mais são desbloqueados. Este modo funciona como uma grande árvore de combates, de maneira que alguns combates apenas podem ser desbloqueados ao fazermos outros combates com outras personagens.

Quem conhece a história de Dragon Ball percebe imediatamente que determinados combates deste modo são retirados de confrontos que aconteceram no anime, pode se dizer que o Galaxy funciona como um modo história só que não contém as cinemáticas a explicar o que está acontecer, embora existam combates que não estão de nenhuma forma relacionados com a história do anime. A inexistência de uma história faz com que este jogo seja aconselhável apenas para os fãs, porque estes serão os únicos a conseguir perceber o jogo.

Os combates deste modo variam de dificuldade, desde easy (fácil) até ultimate (o mais difícil). A dificuldade está relacionada com o número de inimigos que vamos enfrentar em determinado combate, que pode ir até cinco, e também com o poder/força do(s) nosso(s) adversários. Nos combates podem estar ou não incluídos desafios, coisas como acabar em X tempo, derrotar o adversário enquanto a nossa vida desce, etc.

Apesar de no fundo ser um aglomerado de combates, o modo Galaxy é extremamente vicicante, somos constantemente encorajados a continuar a combater porque estamos sempre a desbloquear coisas novas, seja ataques ou transformações para as personagens, itens para personalização, ou imagens retiradas directamente dos episódios do anime, que parecem ser uma recompensa para a inexistência de um modo história.

O Battle Zone é um outro novo modo e consiste em avançar de área em área derrotando diversos adversários. Nestas áreas vamos combatendo até chegarmos ao último nível que se denomina de Climax. Neste último nível está à nossa espera o oponente mais forte daquela área. Tal como o Galaxy, desbloqueamos coisas à medida que vamos progredindo.

A jogabilidade permanece quase idêntica ao título anterior. As novidades são novos combos e uma habilidade chamada Raging, apenas é possível activá-la quando elevamos o nosso ki ao máximo. Depois de activada, esta habilidade garante à personagem um poder incrível durante um tempo limitado. De resto não consegui detectar nenhuma novidade relevante. A jogabilidade continua a ser frenética e estupidamente rápida e o melhor é que ainda podemos andar a bater no adversário como se fosse uma bola de ping-pong.

Os controlos podem ser complicados para alguns jogadores, embora eu não tenha sentido nenhuma dificuldade, tendo jogado praticamente todos os jogos de Dragon Ball dos últimos anos a minha habituação foi quase instantânea. Para os iniciantes ou para quem tenha pouca pratica os controlos poderão ser complicados porque são necessários quase todos os botões do comando e porque é preciso reflexos rápidos, principalmente no que toca à defesa e a esquivar de ataques inimigos.

A câmara de jogo está bem melhor, quem jogou o título do ano passado sabe bem que era realmente um problema. A câmara sempre teve defeitos neste tipo de jogos de Dragon Ball, alguns deles ainda estão presentes em Raging Blast 2. O que mais se destaca é encontrar o nosso adversário quando este sai do nosso campo de visão, podendo ficar-se desorientado Uma solução para isto é utilizar o homing dash que nos leva directamente ao encontro do nosso adversário.

Foram adicionadas novas personagens, Hatchyack, Tarble, Android 14, Android 15, Neiz e Doore nunca foram vistas em nenhum jogo de Dragon Ball. As restantes já tinham marcado presença em jogos anteriores. O Vegeta e Brolly em Super Saiyajin 3 estão de volta, para o agrado de alguns mas para o desagrado de outros.

Graficamente houve alterações. Dragon Ball Raging Blast 2 não se parece tanto quanto o anime como o jogo do ano passado. Esta mudança percebe-se melhor quando olhamos para as personagens. A mudança nos gráficos não beneficia nem prejudica, o jogo continua com um aspecto muito fiel ao anime. Os cenários parecem-me completamente iguais, não consegui identificar nenhuma alteração. Para compensar temos alguns cenários novos.

Quanto ao Online não foram feitas alterações. Existe um modo para fazermos combates para o ranking e outro para jogos amigáveis. Além disto existe um modo para combatermos com as personagens equipadas com itens e um modo para fazer torneios. Os Quick Matches parecem não funcionar, sempre que tentava fazer um aparecia a mensagem "No Games Found". Consegui apenas jogar online contra amigos na minha lista.

Dragon Ball: Raging Blast 2 contém uma surpresa para todos os fãs. Dentro do jogo podemos encontrar "The Plan To Eradicate The Saiyans", um filme de Dragon Ball que nunca chegou ao nosso território. Não têm que fazer nada para o desbloquear, está disponível para verem desde o começo.

Estava a ser desonesto se não dissesse que Raging Blast 2 é parecido com o primeiro Raging Blast. É verdade que os modos Galaxy e Battle Zone garantem-lhe algo de diferente, contudo, muitas coisas foram aproveitadas do anterior. A lenta progressão de jogo para jogo na série Dragon Ball é particularmente irritante, sendo um fã de Dragon Ball vejo tanta coisa para melhorar e para aproveitar, mas a equipa responsável pelo jogo parece não ver o mesmo que eu e que muitos outros fãs. Certamente que Dragon Ball Raging Blast 2 não é o derradeiro jogo de Dragon Ball que vai satisfazer finalmente todos os fãs que ainda estão à espera (Tenkaichi 3 para a PlayStation 2 esteve quase lá), no entanto, não deixa de ser um jogo agradável para quem gosta verdadeiramente de Dragon Ball.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Posted by freevale.com.br On 12:28 0 comentários

Um pouco sobre Bulletstorm

O que será que vai acontecer com os criadores de Gears e Painkiller unidos neste mesmo jogo? Provavelmente algo bom, já que todos dois jogos são bons, principalmente Gears of War. Bulletstorm não é o típico jogo da Epic, as origens e seu desenvolvimento são mais parecidos com Shadow Complex, um sucesso da Live Arcade, patrocinado pelos criadores de Gears of War. O estúdio que está trabalhando neste jogo é o People Can Fly(comprado pela Epic) que foramresponsáveis por painkiller. 
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O jogo é em primeira pessoa e se passa no "fim do mundo" espacial, os heróis são Grayson Hunt, um pirata em busca de redenção, e Ishi Sato, um guerreiro ciborgue apegado à humanidade. O roteiro é assinado pelo escritor de quadrinhos Rick Remenber e participou de Dead Space. 
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Hunt e Sato começam no lado "certo" da lei, invadindo uma cobertura de uma metrópole bem futurista, e tem a missão de matar o acusado de massacres na guerra, mas nem tudo é sempre o que parece e a dupla se recusa a cumprir a ordem, o que enfurece o general Victor Sarrano. Então eles são banidos para as profundezas do espaço eles combatem piratas espaciais até que cruzam novamente com a nave Ulysses, do velho chefe Sarrano, e como boas vindas eles atacam a nave do general, mas todos caem no planeta Stygia. Na cidade de Elysium que o problema começa, já que o que antes era um paraíso para turistas agora é o lar dos Skulls, gangue de humanos animalescos, e para ficar melhor uma planta assassina tomou posse da área. A planta cresce muito rápido e consome toda carne que vê pelo caminho. 
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Em alguns momentos, graças a uma arma espetacular de nome Flail, que basicamente acorrenta os inimigos juntos e então lança-os na direção dos outros acionando um explosivos para garantir a morte de todos por perto. Com a mistura de Gears of War, Mace Griffin: Bounty Hunter, Dark Messiah of Might & Magic, o jogo classifica sua ação como o "círculo do incrível" que faz referência a hábeis tiroteios, upgrades brutais e uma "insanidade sem limite", o que lembra Gears. A maior parte do tempo Bulletstorm quer que você execute combos( um exemplo é o citado anteriomente dos acorrentados e o Mercy onde você acerta o infeliz no rosto e nas partes íntimas). A intensidade da ação é fantástica e cresce mais pelos efeitos físicos. 
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Existem inimigos saindo de todos os lugares e geralmente as mortes envolvem uma câmera lenta para você apreciar a sua execução. Vamos poder chutar bastante os inimigos para muitas vezes simplismente humilhar e segundo Chmielarz, diretor de criação da People Can Fly, porque "é bem visceral". Mesmo parado a câmera do jogo oscila de um lado para o outro demonstrando o caráter inquieto do jogo. Bulletstorm é um dos primeiros à usar uma nova técnica de iluminação da Unreal Engine 3, que torna possível muitas cenas belíssimas feitas pela luz do sol, dando ao planeta Elysium um visual incrível não visto em outros jogos com a mesma engine. 
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Batalhas de arena e a IA são responsáveis por ocupar todo o espaço durante os combates. Hunt e sua parceira sem nome passam a maior parte do tempo trocando insultos, principalmente depois que Ishi Sato é engolido por uma espécie gigante. A demo do jogo termina contra uma criatura gigante que protege uma porta. A Epic aposta muito em Bulletstorm, pois realmente promete ser um ótimo jogo. Os placares do jogo recompensam o jogador por qualquer coisa, desde tiros na cabeça até nas partes íntimas. O jogo terá um modo Multiplayer, mas que ainda é um segredo bem guardado. O jogo da Epic e da PCF será grande em tamanho e promete ser ótimo em qualidade também.

Posted by freevale.com.br On 12:22 0 comentários

Microsoft atualiza Kinect para permitir jogar games sentado no sofá

Antes, sistema reconhecia apenas jogadores de pé. 
Acessório do Xbox 360 chega no dia 4 de novembro nos EUA.
 
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Durante a feira Electronic Entertainment Expo (E3) 2010, surgiu a dúvida de que o Kinect, acessório do Xbox 360 que capta o movimento dos jogadores e leva para dentro dos games, dispensando o uso do joystick, não permitisse jogar sentado. Entretanto, a Microsoft informou que calibrou o foco do aparelho, permitindo capturar gestos com maior precisão de jogadores que estão sentados. 

De acordo com o site Eurogamer, um produtor informou que o sistema que identifica o jogador e cria um esqueleto virtual do mesmo agora identifica o gamer da cintura para cima. Na época da E3, o mesmo sistema só conseguia identificar o jogador que estivesse de pé, mapeando o corpo inteiro. “Antes, quando o jogador estava sentado, o sistema ficava confuso pois o quadril e pernas se ‘misturavam’ com o sofá”, disse Andrew Oliver, do Blitz Games Studios. “Agora, não importa a posição do jogador, pois o Kinect identifica suas mãos e braços”. 

O Kinect será lançado nos Estados Unidos no dia 4 de novembro por US$ 150.


Posted by freevale.com.br On 12:20 0 comentários

Microsoft anuncia os primeiros 19 títulos para o Kinect

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A Microsoft anunciou os primeiros 19 jogos compatíveis com o sistema Kinect,tecnologia que permite jogar no Xbox 360 sem joystick.

O Kinect, que tem chegada ao mercado prevista para o início do próximo mês, é uma das grandes apostas da gigante da informática. 

Os jogos são: 

Kinect Adventures 
Kinectimals 
Harry Potter and the Deathly Hallows -part 1 The Videogame 
Game Party 
Dance Central 
Your Shape: Fitness Evolved 
The Biggest Loser Ultimate Workout 
EA Sports Active 2 
Zumba Fitness 
Get Fit with Mel B 
DanceEvolution 
Dance Paradise 
Kinect Sports 
MotionSports 
Sports Island Freedom 
Kinect Joy Ride 
Fighters Uncaged 
Sonic Free Riders 
e Crossboard 7 são os títulos que estarão disponíveis no dia do lançamento do Kinect ou poucos dias depois.


Posted by freevale.com.br On 12:17 0 comentários

Produtora de Alan Wake com novo projeto em mãos

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Uma proposta de emprego publicada pela Remedy no Gamasutra revelou que o estúdio está a produzir um projecto AAA para a Xbox 360. 

Não é segredo nenhum que a Remedy quer produzir um sequela de Alan Wake, e naturalmente, especula-se que este projecto AAA seja mesmo isso. 

Apesar de não ter alcançado o sucesso comercial desejado, Alan Wake recebeu notas boas por parte da crítica, aqui na Eurogamer.pt teve direito a um 8/10. 

Enquanto a sequela de Alan Wake não é confirmada, os fãs têm que se contentar com os DLC "The Signal" e "The Writer". 


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Posted by freevale.com.br On 12:12 0 comentários

EA Sports MMA' consegue reproduzir os detalhes do 'vale-tudo'

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As lutas de Mixed Martial Arts (MMA), ou artes marciais variadas em português, conquistaram o público de todo o planeta, principalmente o brasileiro ao longo da última década. Logo, produtoras como a THQ, dona da série “UFC Undisputed” conseguiram os direitos para criar games baseados no esporte. Demorou um pouco para que a Electronic Arts, que tem em seu currículo uma das melhores séries de esportes – “Fifa Soccer” (futebol), “NBA Live” (basquete), “Madden NFL” (futebol americano), “Fight Night” (boxe) – usar sua experiência nestas lutas. O resultado é “EA Sports MMA”. 

O foco do game é permitir que qualquer pessoa, do novato ao experiente, possa se divertir com o título e, por isso, os comandos são simples, inspirados no sistema de “Fight Night”. Assim, para dar socos, o jogador precisa mover a alavanca analógica da direita e golpes como cruzados exigem realizar uma meia-lua na alavanca. Conforme o jogador se acostuma com os comandos, outros estilos de soco são desferidos contra o adversário. 


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Os chutes seguem o mesmo sistema, mas exigem que o jogador pressione o gatilho da esquerda no Xbox 360 ou o L2 no PS3. Leves toques na alavanca analógica permitem chutes nas pernas enquanto chutes fortes visando a cabeça do adversário. 

Uma das partes mais interessantes dos confrontos de MMA são as submissões. Em “EA Sports MMA” este quesito está mais simples, exigindo apenas pressionais os botões de ação nos momentos certos. Desse modo, é possível levar o adversário para o chão, tentar conseguir uma posição de vantagem sobre ele, desferir socos para deixá-lo atordoado e até tentar uma chave-de-braço, para forçar o adversário a se render. As diversas possibilidades de golpes permitem a criação de táticas de luta, garantindo que elas nunca sejam iguais. 

Além disso, ao iniciar uma batalha, o jogador pode escolher as regras das lutas como Strikeforce, Vale-Tudo, Unificado ou japonês. Além disso, é possível escolher o tipo de ringue e o local da luta – todos inspirados em cenários reais. 

O Brasil, que é muito forte na modalidade, está presente com força total no game. Lutadores como Fabricio Wedrum, Renato “Babalu” Sobral, Roger Gracie, Ronaldo “Jacaré” Souza e Vitor “Shaolin” Robeiro estão com suas representações virtuais no jogo, além de arenas localizadas no país como o Ginásio da Comunidade, com uma grande bandeira do Brasil estampada. 

Entre os modos de jogo, é possível realizar competições utilizando os lutadores consagrados de todos os lugares do mundo e jogar on-line. Mas o mais interessante é poder acompanhar todo o desenvolvimento de um lutador no “modo história”. O jogador pode criar um atleta e selecionar uma gama enorme de atributos que permitem criar um lutador com aparência única. Em seguida, ele pode utilizar uma pontuação para escolher quais serão as habilidades da criação – melhor em socos ou em luta no chão, por exemplo. 

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Logo após marcar uma luta, é necessário realizar treinos para aprimorar o atleta antes do confronto. É o jogador quem seleciona o que deve ser trabalhado, quantas vezes e por quanto tempo, determinando a evolução do atleta virtual. Nesse modo, também, o lutador aprende novos golpes e novos meios de se defender. Ao chegar na luta, é importante que o personagem esteja preparado para enfrentar o adversário, principalmente para usar suas fraquezas ao seu favor. Por isso, uma dica é analisar as características do lutador antes do confronto. Obviamente, o seu técnico dá dicas do que é melhor fazer durante esta etapa e, quem preferir, pode pular este período (que pode ser um pouco chato) selecionando o treino automático.

É durante as lutas que é possível ver o belo trabalho dos produtores com o visual de “EA Sports MMA”. Além de os lutadores serem réplicas semelhantes aos mesmos na vida real, eles se “comportam” como seres humanos. Conforme a batalha se desenrola eles suam aos montes, sua aparência muda quando ficam cansados, seus músculos se contraem e, obviamente, se machucam ao levar socos e pontapés. 

O game tenta apresentar todos os estilos de artes marciais dos atletas, os ringues, e os locais de treino justamente para agradar aos fãs do esporte. O belo trabalho visual, os comandos simples e a longevidade do game certamente agradarão. Entretanto, dificilmente alguém que não gosta da violência das lutas de vale-tudo vai querer experimentar o título. 

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Posted by freevale.com.br On 10:35 0 comentários

Fallout: New Vegas

Em 2008, a Bethesda Softworks nos fez o favor de reviver a série “Fallout”, que trazia elementos pós-apocalípticos nos games com enredos sempre ricos e divertidos de se aproveitar. O game teve um sucesso considerável, tanto na imprensa quanto com o público, por revitalizar a série e trazer uma jogabilidade semelhante a outro grande jogo: “Elder Scrolls IV: Oblivion”. 

O terceiro capítulo da série se passou no ano de 2277, com ambientação nos Estados Unidos, em torno de Washington, DC, Maryland e Virginia. A diferença principal dos outros games da série é o fato de trazer combates em tempo real, já que Fallout era bem conhecido por contar com uma jogabilidade em turnos. Além disso, os elementos de RPG foram aprimorados para o game, trazendo uma vasta seleção de habilidades que definem o protagonista.
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Isso tudo fez com que “Fallout 3” fosse um estouro em vendas em seu lançamento, ultrapassando qualquer outro game da franquia. Com o sucesso, mais ideias surgiram, e a Bethesda finalmente anunciou “Fallout: New Vegas”. Um título que surge na mesma onda de spin-offs de outros títulos recentes, como “Assassin's Creed: Brotherhood”. 

A história de “New Vegas” será rodada no espaço no ano de 2280, sucedendo algumas partes da narrativa de “Fallout” e “Fallout 2”, mas não terá nenhuma ligaçãocom o que aconteceu em “Fallout 3”. 

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Você estará na pele de um mensageiro que foi deixado para morrer em um cemitério, depois de ter levado um tiro. Para sua sorte, um robô chamado Victor o salvou. A partir daí inicia todo o enredo que se passa na antiga Las Vegas, que depois da guerra nuclear entre EUA e China em 2977, passou a se chamar New Vegas.

O game funciona com o mesmo motor gráfico de “Fallout 3”, porém, vem com uma história completamente nova e novas funções para realizar dentro do game. Um exemplo é a modificação de armas. Agora, quase qualquer equipamento poderá ser aprimorado.

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Coisas como usar a adição de lentes de alto alcance ou aumentar suas munições. Até o sistema de Karma evoluiu nesta nova versão. “New Vegas” também trará reputação. Isso define se você é bem visto em determinadas cidades e com quais pessoas, unindo-se com o seu Karma durante o jogo. Ou seja, faça coisas ruins e seja pago com coisas ruins.

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Seguindo o mesmo esquema que jogos como “Mass Effect”, o game também permitirá que você mande seus companheiros atacar ou defender, por exemplo. Além disso, cada um deles terá preferências por armas e modelos específicos. NPC's exigentes, como você.

Caso não goste muito do nível comum do game, experimente o novo modo Hardcore. Nesse modo, o protagonista poderá sofrer desidratação ou morrer de sede se não tomar água de vez em quando. E a cura por Stimpacks e comida será feita ao longo do tempo, ao invés de instantaneamente.

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De resto, tudo funciona aos mesmos e bons moldes do que o game anterior. A jogabilidade em primeira ou terceira pessoa, a vasta lista de personalidades presentes no game, além do desenvolvimento de níveis do jogador. Fato, será preciso de muitas armas e habilidades especiais para enfrentar as bizarrices presentes no mundo de “Fallout”.

Desde mutantes até humanos hiper-desenvolvidos estarão a sua espera. Mas isso tudo não importa. Já que estaremos em Las Vegas, e muito bem armados.

Fallout: New Vegas chegará no próximo dia 19, para PC, PlayStation 3 e Xbox 360. 
 

sábado, 16 de outubro de 2010

Posted by freevale.com.br On 16:33 0 comentários

Vanquish para X-Box 360

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A Platinum Games apresentou novo trailer de Vanquish que e um jogo de tiro em terceira pessoa, produzido por Shinji Mikami, criador da série Resident Evil. 

No game o jogador encarna um super-soldado munido de um exoesqueletotecnológico e um arsenal vasto para evitar que os “russos do espaço” destruam a América do Norte. Em um enredo que mistura ambientes reais com elementos de ficção, sua missão terá que ser cumprida a qualquer custo, antes que todo planeta seja destruído. 

O jogo não terá modo multiplayer e o foco estará todo na opção “single player” e na ação rápida e vertiginosa. 

Vanquish promete mexer muito com a ficção e deve contar com uma trama bem elaborada e gráficos detalhados para nos colocar em ambientes extremamente hostis e “recheados” de ação. 

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Posted by freevale.com.br On 16:30 0 comentários

Halo: Reach para X360

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Depois de pouco mais de um ano desde o anúncio oficial, o novo Halo chega com a responsabilidade de ser no mínimo excelente, afinal, ele marca a despedida do estúdio Bungie da série. Felizmente, acabou dando tudo certo. 

Halo: Reach se passa em 2552, antes de Halo: Combat Evolved (de 2001). O planeta Reach é o último refúgio da humanidade - todas as outras colônias já foram dizimadas pelos Covenant. Para proteger as últimas bases militares dos humanos, a unidade de operações especiais Noble Team é convocada. 

E o game começa assim, com o jogador no comando do soldado sem nome "Noble Six", recém escalado para o grupo, com os outros Noble o acompanhando . O jogo começa e flui como os outros títulos da série, naquele estilo de andar, ir detonando vários tipos de alienígenas, proteger bases e avançar até o local "x" ou "y", além de pilotar os veículos. 

A novidade mesmo fica por conta das armaduras que dão poderes especiais a Noble Six. A lista desses power-ups, ativados com o botão RB, inclui corrida mais rápida, escudo, invisibilidade, "clone" com a finalidade de enganar os inimigos e até um jet-pack para alcançar lugares mais altos. A possibilidade de trocar entre duas ou três opções de armadura (a cada vez que um ponto de troca aparece no cenário) é muito bem vinda. 

Mas a verdadeira magia de Reach está no fato do planeta não ter aparecido em nenhum outro jogo da série, e a destruição dele estar completamente ligada ao início do primeiro Halo - Master Chief sobreviveu à destruição de Reach junto com a nave Pillars of Autumn, que acabou encontrando o halo onde se passa o primeiro game. Toda essa ficção ajuda a criar uma ambientação muito mais interessante aos que já curtiram os games anteriores. 

Uma vez no local de combate, logo de cara dá para perceber que o nível de detalhamento do planeta Reach é incrível. Você vê naves no horizonte a dezenas de quilômetros de distância, e cenários variados que vão desde desertos com construções militares e bunkers, até a cidade de Nova Alexandria, com arranha-céus típicos de uma megalópole. 
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E tudo conspira para o jogo ser agradável ao olhar. A sexta missão, que se passa no espaço, tem um visual espetacular. Nesta fase, um dos objetivos é detonar quatro partes de uma nave Covenant, com outra navinhas inimigas vindo aos montes e de todos os lados para tentar te impedir. Tudo rolando na órbita do planeta Reach e até com as galáxias mais distantes à vista. É realmente de encher os olhos, e o som abafado dos tiros e mísseis (tá, som não se propaga no espaço, mas game sem som não daria certo) ajuda a compor um clima ainda mais empolgante.

A missão à noite em Nova Alexandria, com quase metade da fase com ação com o helicóptero Falcon, também surpreende: parece que o lugar não tem fim, com prédios e mais prédios ao horizonte. A contagem de polígonos deve bater na casa dos milhões e nos faz pensar qual seria o limite de um hardware lançado já há cinco anos como o do Xbox 360. O preço é pago com a fluidez: em alguns (bem raros) momentos, parece que o game roda a uns 15 ou 20 quadros por segundo.

A campanha para um jogador (ou dois, em modo cooperativo) dura apenas seis ou sete horas, nas dificuldades Normal ou Heroica. No modo Legendário, o game se torna uma verdadeira batalha pela sobrevivência, a ponto do jogador realmente precisar acabar com os inimigos um por um e à distância, antes de sequer pensar em avançar.

Na versão nacional, todos os textos, menus e vozes estão em português. Por isso, acostume-se a ouvir termos pouco comuns como "pináculo" durante toda a aventura. Algumas expressões difíceis de aportuguesar, do tipo "vamos chutar alguns traseiros", também soam estranho. São desafios comuns em qualquer dublagem, seja de filme, seriado ou jogo e, no geral, o trabalho acaba ficando bem feito.

Longevidade garantida

A aventura é recompensadora, porque Halo: Reach dificilmente torna-se repetitivo: é aquele velho estilo Halo de ser, em que você para, acaba com os inimigos daquela parte da tela, puxa uma ou outra alavanca e avança, mas quando parece que as hordas de inimigos vão continuar cruzando seu caminho, a ação muda totalmente e te leva para o espaço ou para detonar alguns Banshees usando o helicóptero Falcon ou o tanque de guerra. Quem gostou dos games anteriores irá se sentir em casa. Quem não gosta de Halo não precisa nem chegar perto da campanha de Reach e pode (e deve) ir direto ao multiplayer.

A campanha para um ou dois jogadores é um pouco curta, mas a longevidade do game é garantida pelos modos online. O sistema de filtros trata de colocar o jogador contra adversário com nível próximo. Tem preferência por algum mapa ou modo de jogo? O game também ajuda a encontrar salas com aquela determinada arena ou modalidade. Dá até para escolher se você prefere jogar sozinho em deathmatches estilo "cada um por si" ou em equipes. São muitos menus e dá para se perder um pouco no começo, mas depois de tudo configurado, é só alegria. Cansou? É só mudar as preferências e abrir um novo mundo de possibilidades.

Ainda há opção de salvar replays das partidas e compartilhá-las com os amigos, saber em qual sala cada um está jogando, ter seu próprio "clã" formado para entrar sempre com a mesma formação em partidas em time, e tudo mais que um fã de tiro multiplayer poderia sonhar.

Aliás, milhares de jogadores ainda conectavam nos servidores de Halo 2 (que saiu no Xbox em 2004), e só pararam de jogar porque a Microsoft encerrou o suporte ao game. Em Halo: Reach, o número de jogadores ativos já bate na casa dos milhões. Não vão faltar adversários ou companheiros para qualquer mapa, a qualquer hora e qualquer modo de jogo. O uso de itens à venda (como capacetes e detalhes da armadura), o sistema de evolução por níveis e conquistas (in-game mesmo, sem relação com os "achievements) fazem do multiplayer de Reach uma experiência quase viciante.

Halo: Reach é totalmente obrigatório para quem gosta de um bom jogo de tiro ou tem o mínimo de apreço pela franquia. É tudo que os fãs da série esperavam e fecha com chave de ouro a participação da Bungie no desenvolvimento de games da série.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Posted by freevale.com.br On 14:15 0 comentários

Undead Nightmare, pacote que adiciona zumbis em Red Dead Redemption

Liberado a poucos instantes no site oficial da Rockstar um trailer mostrando um pouco da campanha singleplayer do DLC que estará disponível em poucas semanas. 
Parece que a Rockstar não está poupando esforços para complementar cada vez mais este épico game Também liberado ontem algumas screens que mostram as 3 novas roupas que estarão disponíveis no pack Undead Nightmare para o modo singleplayer. 

Creio que esta se trata da principal roupa do DLC, sua forte característica e nome marcante chamam muito a atenção. Legend of the Apocalypse (A lenda do Apocalipse) é o nome da roupa mostrada nas skins logo abaixo: de Western. 
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Tanto a roupa anterior quanto a próxima terão challenges para serem desbloqueadas e para liberar Achievements/Trophies. O nome desta roupa mostrada abaixo é Zumbi Hunter (Caçador de Zumbis). Veja: 
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Undead Nightmare é um DLC (downloadable content) para o jogo Red Dead Redemption, jogo de Xbox360 e PlayStation 3.
O DLC custará U$9,90 para PS3 e 800 MS points para Xbox 360.


Ontem mesmo os jogadores de Red Dead Redemption já começaram a baixar uma pequena nova atualização que foi disponibilizada através da LIVE e PSN de forma totalmente gratuita, tal atualização adicionou duas roupas novas para o modo singleplayer e um animal novo tanto para o multiplayer quanto para o singleplayer.
Quem ainda não baixou basta ir até a cessão de downloads relacionados a Red Dead Redemption através da LIVE ou PSN e procurar pelo complemento de jogo com nome "Hunting and Trading Pack", o download tem aproximadamente 52mb.
Também junto a este pacote a Rockstar corrigiu um pequeno problema nos outfits das DLCs lançadas anteriormente. O que acontecia é que quem não possuia os pacotes Legend and Killers e Liars and Cheats não conseguia ver os personagens usados por quem possuia os pacotes.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Posted by freevale.com.br On 06:15 2 comentários

Medal of Honor: -Launch


Bom galera está é mais uma franquia de Medal of Honor-Launch,este jogo foi feito pela EA games e para o publico que gosta de guerra ,ação e mortes. Confira mais sobre o jogo. A e não esqueça de comenta,e se você gosto mande um comentário gostei, mais se você não gosto mande um comentário não gostei, não esqueça de olhar as nossas matérias mais recentes. confira mais sobre o jogo:




O novo Medal of Honor tem estado na ordem do dia, devido principalmente ao tema que aborda, a guerra no Afeganistão, mas também pelos protestos de familiares de soldados, bem como a proibição de venda do jogo em bases militares, pelo Army and Air Force Exchange Service. 

Um dos pontos de pretexto tem sido a possibilidade de podermos jogar com os Talibans em modos online, algo que obrigou a EA a mudar o nome das forças para "Opposing Force". 

Os estúdios Danger Close Games, partiram em defesa do jogo, afirmando que as pessoas têm que o jogar antes de julgar sem saber. 

Craig Owens, Director de Marketing do Danger Close comenta ao Joystiq, "É apenas um mal entendido. Eu acho que, eventualmente, pessoas com nós - eu tenho 42 anos, certo? - Assim como eu fico mais velho, entre outras coisas, temo-nos tornado num mundo de jogadores, que serão a todos os níveis, e penso que isso será afastado. É apenas um ponto de transição, onde as pessoas que não jogam continuam a pensar que é apenas para crianças de 12 anos, que é só para diversão, e que nunca poderão contar uma história como um filme". 






já esta a venda estreia hoje nas lojas!! NÃO PERCA!!

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Posted by freevale.com.br On 17:55 0 comentários

Microsoft revela detalhes da nova dashboard para o Xbox 360

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A Microsoft está há menos de 1 mês da próxima atualização da dashboard para o console Xbox 360, que tem lançamento marcado para 4 de novembro. Até onde se sabia até aqui, o update da plataforma vai focar a usabilidade com o lançamento do sensor de movimentos Kinect como principal atrativo, além de incluir funcionalidades com o player portátil da empresa Zune. Agora, foram revelados mais detalhes das novidades esperadas para esta atualização. 

Com a nova dashboard, os jogadores poderão trocar de forma bem simplificada a sua Gamertag - o nome de usuário definido quando se cria a conta na Xbox Live -, de modo que basta escolher um novo nome e checar se ele já não está sendo usado. Caso o nome escolhido esteja em uso, o próprio sistema vai lhe sugerir cinco nomes similares que estejam disponíveis para o usuário optar por um, ou fazer uma nova pesquisa com outro nome de seu interesse. 

Os jogadores que já se passaram pela situação de ter entrado na Xbox Live com a sua conta através do primeiro controle e tentado passar para outro controle no meio de uma partida, sem sucesso, também vão ficar felizes em saber que isso foi corrigido. Este tipo de uso é muito comum em jogos como Guitar Hero / Rock Band, onde o jogador costuma troca de controle ou instrumento várias vezes enquanto joga, e agora será possível alterar a sua conta de Gamertag para te acompanhar no controle que estiver a cada momento, sem precisar reiniciar o gameou o console. 

Também podem esperar por uma melhora na qualidade da comunicação por voz, graças a um codec de áudio melhorado que vai facilitar a comunicação com umsom mais fiel, inclusive durante as partidas multiplayer e nos chats da Xbox Live Party. 

O sistema de avatar vai ganhar alguns ajustes, deixando os personagens mais proporcionais com relação aos humanos, de forma a integrar melhor as interações com o uso do Kinect. 

A dashboard também vai contar com um novo sistema para navegar entre os games que foram completados com 100% dos achievements. O sistema atual é limitado a mostrar apenas os primeiro 12 games que tiveram as conquistas completadas, mas agora não haverá essa limitação e os jogadores vão ter mais opções para visualizar todos os games da lista. 

Para terminar, será mais fácil acessar as redes sem fio, mostrando uma lista com todas as redes wireless encontradas e o nível do sinal de cada uma para ser escolhida, podendo ainda ser escolhida outra rede facilmente quando perder o sinal de uma delas.